Houve um tempo em que marcas eram nomes, apenas nomes. Os avanços (e recuos) econômicos, a incansável concorrência por mercados, o mix de culturas e povos, acabaram por conferir às marcas um novo e crucial papel: o de transmitir ideias e ideais • Tantos movimentos fizeram das marcas referências de valores e comportamentos, ícones que têm o poder de capturar e mobilizar a atenção, a afeição e a memória das pessoas • Marcas ultrapassaram assim as fronteiras da comunicação publicitária, constituindo experiências que podem ser vividas, narradas e compartilhadas por seus consumidores • Hoje, marcas são conversações amplas, ricas, distribuídas, sobre as quais não há controle rígido – são essencialmente interativas, um tanto caóticas e, inevitavelmente, públicas. Marcas são obras abertas, destinadas a interpretações • Por isso, perguntamos: será que a história do Linux, que surgiu da apaixonada cooperação entre milhares de entusiastas espalhados pelo planeta, não tem algo a ensinar às marcas? Será que as marcas não têm o que aprender com esse exemplo de engajamento franco e livre? Acreditamos que sim. Acreditamos em Open Source Branding. • Uma nova lógica que pede a participação das pessoas – estejam onde estiverem, no tempo que for, do jeito que quiserem. É aí que entram os meios digitais. Blogs, microblogs, comunidades, comunicadores instantâneos, celulares, formam o habitat natural para esse novo modo de ser da Comunicação • Open Source Branding é um novo olhar, uma nova atitude na gestão de marcas. É assumir que a imagem de marca vai muito além do conteúdo oficial das campanhas. É abrir o coração e ter jogo de cintura para assimilar histórias, sentimentos, opiniões e (re)criações lançadas pelos consumidores. É abrir a marca à inteligência que surge do coletivo.
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